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O futuro do trabalho e a valorização dos profissionais mais velhos

Atualizado: há 5 dias

Relatório da SHRM revela que flexibilidade, inclusão e combate ao etarismo são prioridades apontadas por trabalhadores de 18 a 54 anos para apoiar colegas acima dos 65.

✒️ Por:Andréia Dilma Félix Santana

Graduanda em Direito

Autora da Vitrine do Aposentado


O que a próxima geração de trabalhadores mais velhos quer?

Um futuro do trabalho mais inclusivo

A força de trabalho está mudando rapidamente, e os profissionais acima dos 65 anos ganham cada vez mais relevância. Mas não são apenas eles que pedem mudanças: trabalhadores entre 18 e 54 anos também reconhecem a importância de valorizar a mão de obra madura.

Um relatório da Society for Human Resource Management (SHRM) revelou que 55% dos entrevistados apontam a flexibilidade de horários como a principal medida para apoiar os mais velhos.

Flexibilidade como prioridade

A possibilidade de ajustar a jornada de trabalho é vista como essencial para manter profissionais experientes ativos e engajados. Essa demanda reflete uma tendência global: equilíbrio entre vida pessoal e profissional, em um cenário de maior longevidade e aposentadoria tardia.



Outras mudanças desejadas

Além da flexibilidade, os participantes destacaram:

  • Mentoria reversa: troca de experiências entre jovens e veteranos.

  • Treinamento contínuo: atualização tecnológica e adaptação às novas ferramentas.

  • Benefícios personalizados: planos de saúde e suporte adequados às necessidades da idade.

  • Combate ao etarismo: ambientes inclusivos e livres de preconceito.


Por que isso importa para as empresas?

Valorizar trabalhadores mais velhos não é apenas uma questão social, mas também estratégica. Profissionais maduros trazem:

  • Conhecimento técnico acumulado.

  • Resiliência e visão estratégica.

  • Capacidade de lidar com crises.

Empresas que investem em diversidade etária ampliam inovação, fortalecem cultura organizacional e reduzem a perda de talentos.


Conclusão

O relatório da SHRM deixa claro: a valorização da mão de obra mais velha é uma pauta intergeracional. Jovens e adultos reconhecem que o futuro do trabalho será mais inclusivo se houver espaço para diferentes idades.

O futuro do trabalho pertence a todos nós, independentemente da idade. Valorizar a experiência dos profissionais mais velhos não é apenas uma questão de justiça, mas também de inteligência estratégica. Cada geração traz consigo talentos únicos, e quando empresas criam ambientes inclusivos, todos ganham: colaboradores, organizações e sociedade.


Que possamos construir juntos um mercado mais humano, diverso e preparado para os desafios da longevidade. Afinal, o trabalho não tem idade, mas sim propósito.

Valorize a Experiência: O Futuro do Trabalho É Multigeracional

👩‍💼 Profissionais mais velhos são parte essencial da força de trabalho do amanhã.⏰ Flexibilidade, inclusão e combate ao preconceito são o caminho para um mercado justo.

✨ Vamos juntos construir um ambiente que respeite e potencialize todas as idades!

📌 Este conteúdo é de cunho informativo e busca ampliar o debate sobre diversidade etária no mercado de trabalho.

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